Já experimentei o doce e amargo da vida. Já julguei e fui julgada. Mas hoje, o que eu mais me importo é como estou tratando a vida que o cara mais incrível de todo o universo fez questão de me dar. E se Ele me deu, com certeza vai servir pra alguma coisa boa aqui na terra.
O que o teu espelho tem te mostrado?
Freqüentemente, me deparo com muitas perguntas.
Mas essa foi a “pergunta do dia”. A pergunta que veio ao meu encontro, hoje.
Todos os dias, quando vou dormir e quando me levanto, vou até o espelho, fecho os olhos por cinco segundos e abro novamente. E faço a seguinte pergunta: O que eu vejo?
Há dias, que fico sem respostas. Há dias que as tenho na ponta da língua. Há dias que me surpreendo. Há dias que eu “me espelho” em algo, alguém.
Tem dias, que vejo SAUDADES de alguém que partiu. Saudades de amigos que perdi. Saudades de momentos que vivi. Saudades de beijos e abraços que dei e recebi. Saudades de coisas que ouvi, e que falei, ou simplesmente saudades.
Tem dias que vejo SOLIDÃO. Dias que não vejo meus amigos por perto. Dias em que eles realmente não estão por perto. Dias em que não sinto um amor por perto. Dias que tenho tudo isso, mas me sinto só. Dias que simplesmente quero estar sozinha. Dias que simplesmente, somos eu e eu mesma.
Tem dias que vejo AMOR. Dias que sinto vontade de abraçar, beijar, conversar, brincar, sorrir com alguém. Ou com vários “alguéns”. Dias que quero me sentir próxima. Dias que quero sentir-me amada e amar.
Tem dias que vejo DOR. Dias que o passado me dói. O que eu não fiz me dói. O que eu não devia ter feito me dói. O ciúme, a incompetência, a falta, a presença que não deveria existir, a falta de paz, união, amor, compreensão, irmandade, companheirismo… A falta de Deus me dói.
E nessa insatisfação, acordo todos os dias. Vendo sempre mais do que eu deveria ver. Vendo além do que eu deveria ver. Sendo mais (ou menos) do que eu realmente sou. E querendo sempre mais do que eu posso ter.
Triste imperfeição.
O que seu espelho te mostra?
Talvez, um coração incompleto? Um sorriso amargurado? Um olhar falso? Um coração cheio de feridas e magoas? Um coração orgulhoso, frio e calculista? Uma mente voltada ao trabalho, aos estudos e nada mais? Uma mente corrompida por outras mentes?
O que você tem visto? Você mesmo? As suas feridas? As suas magoas?As suas alegrias? O seu orgulho? O seu namorado (a)? Seu trabalho? Seu curso? Sua escola? As coisas que já fez? As coisas que não fez? Os teus problemas?
O que você tem visto no espelho da tua alma?
Você sabe que minha vida é composta por mudanças. Assim, como a sua. Menos mau.
Mas é incrível! Pelo menos duas vezes ao ano, eu vivo uma “reviravolta”.
Ano passado, por exemplo, passei por um período de mudanças, que particularmente, foi BEM DIFÍCIL. Este ano, as coisas mudaram da “água para o vinho”, ficou tudo diferente do que eu era acostumada. Queixei-me, reclamei, mas superei. E do início do ano, para cá, não sei dizer se foi difícil ou fácil. Só sei que é bem CONFUSO. Uma mistura de sentimentos, coisas e pessoas; amor, ódio, sonhos, pesadelos, conquistas, perdas, momentos, altos, baixos, amigos, mudanças, inimigos, pessoas, momentos, momentos, mudanças, memórias, pensamentos, momentos, alegria, tristeza, mudanças, solidão, memórias, companhias, momentos, encontros, despedidas, reencontros, solidão, mentiras, promessas, verdades, misturas, momentos, mudanças, confetes, escuridão, sol, lua, noite, tarde, dia, verão, inverno, mudanças, momentos, morte, vidas… “MMM Momentos – Misturas – Mudanças”. Estou tentando me encontrar, no meio de tanta coisa. Tem sido difícil, fácil, mediano, talvez. Confesso: Eu não sei. Só sei que tem sido DIFERENTE. Tem sido novo, de novo.
É tão difícil me adaptar a toda e qualquer mudança. Ainda mais, quando elas vêm da forma que vieram. É engraçado. A sutileza e a forma como elas surgem. E quando você menos espera… Tudo mudou.
Ah! Deixa pra lá… Você não vai entender mesmo.
Sou daquele tipo que dá a cara a tapas. Não tenho medo de dizer a verdade. Doa a quem doer. Isso não quer dizer que não irá doer em mim. Mas não tenho medo de expor minhas insatisfações em forma de gritos. Isso não é uma qualidade, admito. Sou irônica, desafiadora. Apaixonada pelos sonhos. Amo desafios. Desafie-me se for bom. Beije-me se for capaz.
Amo as pessoas. Odeio certo tipo de gente. Gosto de experimentar o novo. Não abro mão do velho. Enoja-me o repetido. Gosto de riscos. Gosto de riscar coisas e pessoas de minha vida. Adoro trazer de volta, coisas que trazem esperanças. Arrependo-me com facilidade. Amo lentamente, quase que imperceptivelmente. Tomo, provo, sinto, aqueço-me. Não me importo em ser chamada de louca, chata ou estranha. Quase nunca falo sério. Vivo no tédio. Mas adoro toda essa agitação do meu cérebro. Gosto do avesso das coisas. Tenho sede por pessoas sinceras. Tenho náuseas de pessoas hipócritas. E o mundo esta cheio delas. Sou uma pessoa de dentro pra fora. Sou meus sonhos, meus altos, meus baixos. Sou pequena. Tão pequena que não cabe em mim. Sou isso hoje. Amanhã, me reinvento de novo. Não sou metade. Não sou meio. Não sou quase. Ou sou tudo, ou sou nada. Sua santidade me faz pecar. Seu pecado é achar que sou santa. Perfeição demais me afeta os instintos. Meus instintos buscam a perfeição. Tenho fé, em tudo que acredito. Gosto de amar. Amo muito! Mas amo poucos. O que de fato é ruim. Mas pelo menos, é justo. Isso tudo pode parecer bobagem. Mas para mim, faz um tremendo sentido.
E um novo ‘quem sou eu’ em qualquer rede social, não irá mudar o que de fato eu sou.
Juntei tudo o que me foi possível recolher sobre mim e a respeito de mim. E recolhi um pouco daqui, outro dali. Pobre eu.
Hoje, eu poderia falar de mim. Acontece que eu não sou nada.
Sou apenas uma menina. Que de vez em quando se deixa dominar por uma mulher, pensando que pode e que é algo. Mas na verdade, eu não sou nada. O tempo todo sou alguém tentando desvendar meus próprios mistérios. E por mais peculiaridades que eu tenha… Isso me torna exatamente como você: humano.
Pequenina. Que encontrou na escrita, uma forma sutil e sincera de expressar-se. E pode ser que isso seja o tudo que eu possuo.
E não faz sentido, eu dizer aqui, que irei falar sobre a vida. Pois a vida não é uniforme. A vida não é comum. Há várias vidas.
E nem vou falar de minha vida, pois isso pode ser demais para mim e para você.
Aqui, irei falar sobre o tudo e o nada. Mas vale lembra que: eu não sei de nada. Só sei de uma coisa: VIVER É SENSACIONAL! Disso, eu não tenho dúvidas.
E isso, me deixa, te deixa e nos deixa em uma linguagem universal.
Quando VIVEMOS JUNTOS e uns pelos outros, passamos a falar a mesma língua. Não importa de onde sejamos.
E aqui, nos próximos dias, irei oferecer a vocês o puro. O simples. E sei que alguns irão se unir ao meu espírito e caráter. E através de cada palavra insana que colocarei aqui, uniremos nossos destinos, talvez?
Por isso, não se preocupe em me entender. Pois as coisas que digo e escrevo, não são para ser entendidas e sim sentidas. E todas as minhas palavras, te deixarão assim: com sensação de inacabado. E é exatamente ai, que eu encontro graça em viver. Essa sensação de inacabado me faz querer voltar aqui mais vezes…
Que este espaço pois, te seja como um amigo.
Ao por sua conta em risco nos próximos dias… Isso é… Se a tua sorte ou tua própria culpa não permitem que encontres outro espaço mais interessante à mão que segura este mouse.
Beijo e queijo!
Delírio do dia: Preciso de ajustes. Nada do que eu disser, fará com que você me entenda, ou se quer me compreenda. Sou incompreensível. Mas minha linguagem é única e universal. Se você ler com seu coração, a cada uma dessas palavras, você se verá em mim. E eu me verei em você. Simples assim. Portanto, nada de deduções. Apenas olhe para dentro de si, e me encontre. Ou se encontre.
Sou meus segredos
Sou meus medos
Sou meus desejos
Sou meus anseios
Sou meus gastos
Sou meus momentos
Sou meus pensamentos
Sou meus lamentos
Sou a mágia que se esconde
por de traz da verdade!
As madrugadas são sempre assim. Faço tudo, paro em tudo, penso em mim. Vivo durante o dia como pede o mundo capitalista. Mas durante as madrugadas simplesmente desligo o relógio pra fingir que o tempo parou. São nas madrugadas onde prefiro deixar o sono ir dormir e sonhar acordada.
Por caminhos que trilhei, os meus pés, feridos estão.
Já não há mais força para andar.
Os ombros estão cansados. Com o peso da cruz que carreguei.
E as lágrimas insistem. Em meu rosto, vêm molhar.
E só você é quem pode as enxugar.
A dor escorre dentro de mim.
Reaviva meu espírito, meu pobre coração.
Me salva de minha própria vida.
Vem enxugar minhas lágrimas.
Vem arrancar essa dor.
E quando você regressar
vem e pegue em minhas mãos e me leve além.
Além das estrelas. E então descansarei.
Eu perdi tudo o que eu tinha.
Mas ainda te sinto em minhas mãos.
Na palma de minhas mãos.
Os ventos estão me desequilibrando.
E as minhas lágrimas já se misturaram com essa chuva de dor.
Reaviva meu espírito, meu pobre coração.
Me salva de minha própria vida.
Vem enxugar minhas lágrimas.
Vem arrancar essa dor.
Essas águas que insistem em me molhar.
Esses ventos que insistem em me derrubar.